DESTAQUES - LEIA OS CONTOS

Jesus Menino deitado em uma manjedoura

Escrito por: Hans Christian Andersen

A Pequena Vendedora de Fósforos

Escrito por: Hans Christian Andersen

Viagem do Canal Holmen ao Ponto Oeste de Amager nos anos 1828-29

Escrito por: Hans Christian Andersen

O duende e a Madame (1867)

Escrito por: Hans Christian Andersen

O boneco da neve (1861)

Escrito por: Hans Christian Andersen

Doze e o correio (1861)

Escrito por: Hans Christian Andersen

O Último Sonho do Velho Carvalho - Uma Aventura de Natal - (1858)

Escrito por: Hans Christian Andersen

O Pinheiro de Natal (1844)

Escrito por: Hans Christian Andersen

A segunda noite

Escrito por: Hans Christian Andersen

A terceira noite

Escrito por: Hans Christian Andersen

A primeira noite

Escrito por: Hans Christian Andersen

A quarta noite

Escrito por: Hans Christian Andersen

A quinta noite

Escrito por: Hans Christian Andersen

A sexta noite

Escrito por: Hans Christian Andersen

A sétima noite

Escrito por: Hans Christian Andersen

A oitava noite

Escrito por: Hans Christian Andersen

A nona noite

Escrito por: por: Hans Christian Andersen

Décima Noite

Escrito por: Hans Christian Andersen

Décima primeira noite

Escrito por: Hans Christian Andersen

Décima segunda noite

Escrito por: Hans Christian Andersen

Décima terceira noite

Escrito por: Hans Christian Andersen

Décima quarta noite

Escrito por: Hans Christian Andersen

Décima quinta noite

Escrito por: Hans Christian Andersen

Décima sexta noite

Escrito por: Hans Christian Andersen

Décima sétima noite

Escrito por: Hans Christian Andersen

Décima oitava noite

Escrito por: Hans Christian Andersen

Décima nona noite

Escrito por: Hans Christian Andersen

Vigésima noite

Escrito por: Hans Christian Andersen

O Patinho Feio

Escrito por: Hans Christian Andersen

O Valente Soldado de Chumbo

Escrito por: Hans Christian Andersen

Os Sapatos Vermelhos - De Røde Skoe

Escrito por: Hans Christian Andersen

A Pequena Sereia

Escrito por: Hans Christian Andersen

Jesus Menino deitado em uma manjedoura

Escrito por: Hans Christian Andersen

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Síntese

Esse texto trabalha com o tema do mês de dezembro. O décimo segundo mês do ano. Ele foi escrito com caneta de pena e foi lançado em 18 de dezembro de 1832, mas abaixo do título na parte interna do livro, aparece a data 1833. O poema é parte do livro de Salmos da Igreja dinamarquesa, como um dos dois Salmos escritos por H. C. Andersen. O livro tem um parágrafo para cada mês do ano lá estão também outros poemas muito alegres ou muito sérios.

Escrito por: Prof. Dra. Ana Maria Langkilde

A Pequena Vendedora de Fósforos

Escrito por: Hans Christian Andersen

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Síntese

Esse pequeno conto fez parte, primeiramente, de um calendário popular dinamarquês para 1846, a data de seu lançamento foi dezembro de 1845. Ocorre que ele foi resultado de uma encomenda a H. C. Andersen a partir de um desenho que lhe foi entregue por quem o contratou, J. TH. Lundbye. O conto baseia-se em histórias da mãe de H. C. Andersen, que também foi enviada para mendigar e, como a pequena vendedora de fósforos , não conseguiu vender nada. Os fósforos também eram novidade para a década de 1830. Eles eram frequentemente vendidos por pessoas pobres, porque pedir esmolas era proibido. A história tem um final triste, mas a crítica bem feita a uma sociedade desigual define a temática do conto. Enquanto os ricos se banqueteiam com iguarias para celebrar o final e o início de um novo ano, os pobres apenas olham através da janela. Ao final a menina sorri porque será recebida pela pessoa que a amou e a quem ela também. As lembranças de sua avó aqueciam seu coração enquanto seu corpinho gelava. Essa é uma interpretação livre de Ana Maria Langkilde sobre o tema do conto. Leia você também este conto e compartilhe!

Escrito por: Prof. Dra. Ana Maria Langkilde

Viagem do Canal Holmen ao Ponto Oeste de Amager nos anos 1828-29

Escrito por: Hans Christian Andersen

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Síntese

O livro foi publicado em 2 de janeiro de 1829. A página de rosto indica 1829. O livro é uma mistura de muitos gêneros. O quadro é um livro de viagens, mas a viagem é de apenas algumas centenas de metros. Afirma-se que a jornada começa em 1828 e termina em 1829, mas trata-se apenas de uma viagem imaginativa da véspera de Ano Novo através de Copenhague, onde o escritor atende a todos os tipos de figuras do exagero do romance, incluindo fantasmas, gênero, sapateiro de Jerusalém e o próprio Satanás. O livro foi um grande avanço para a carreira do escritor H. C. Andersen.

Escrito por: Prof. Dra. Ana Maria Langkilde

O duende e a Madame (1867)

Escrito por: Hans Christian Andersen

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Síntese

Primeira vez impressa em "Calendário popular da Dinamarca " 1868, 17ª edição. O calendário popular foi publicado em dezembro de 1867. O conto de fadas é sobre um duende e a madame que gosta de escrever versos. Ela divide os versos com um seminarista. Ele gosta deles, mas o duende fica desolado porque não tem o mesmo sabor do arroz de leite com creme de leite e manteiga preparado para o Natal como seus antepassados faziam. Ele decide provocar a Madame, mas quando ele ouve suas poesias sobre os duendes ele fica feliz e provoca brincadeiras. Mostrar-se como um duende para a Madame, uma segunda ordem de palavra ou significado para poesia.

Escrito por: Prof. Dra. Ana Maria Langkilde

O boneco da neve (1861)

Escrito por: Hans Christian Andersen

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Síntese

Primeira vez impressa em "Novos contos e histórias ", "Second Edição", publicado em 2 de março de 1861. Na página do título a data é a mesma. O conto versa sobre a paixão de um boneco de neve por um fogão de azulejos. Escusado será dizer que nunca poderá ter um final feliz, porque eles não podem ser unidos sem que custe a vida do boneco de neve. Um cão preso por uma coleira pode explicar o amor do boneco de neve ter o desejo de ser um depósito de cinzas em sua vida. Isso de fato veio a acontecer, mas o boneco de neve derreteu.

Escrito por: Prof. Dra. Ana Maria Langkilde

Doze e o correio (1861)

Escrito por: Hans Christian Andersen

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Síntese

Primeira vez impresso em "Novos contos e histórias ", "Segunda edição ", publicado em 2 de março de 1861. A mesma data aparece na página do título. Esse conto começa no dia 1o. de janeiro e termina em dezembro. Cada mês apresenta um novo personagem e é descrito detalhadamente. O mês de dezembro é mais curto do que vimos nos "Doze Meses do Ano". Em dezembro, o leitor encontra uma velha mãe com o pote de fogo, o pinheiro, as crianças e o anjinho no topo da árvore, bem como as crianças pobres na rua.

Escrito por: Prof. Dra. Ana Maria Langkilde

O Último Sonho do Velho Carvalho - Uma Aventura de Natal - (1858)

Escrito por: Hans Christian Andersen

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Síntese

O conto foi publicado pela primeira vez em "Novos contos e histórias ", em 2 de março de 1858. Na página interna do título o ano não muda. No centro da aventura está o fim da vida como em "A pequena vendedora de fósforos ". Aqui nós a vemos lançada para cima e caindo na areia da praia coberta de neve. Nesse conto podemos estabelecer uma conexão com a carta aos Romanos 8.19.23.

Escrito por: Prof. Dra. Ana Maria Langkilde

O Pinheiro de Natal (1844)

Escrito por: Hans Christian Andersen

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Esse conto se encontra na coletânea ”Novos contos de H. C. Andersen. Segunda Coletânea”, foi lançada em 21 de dezembro de 1844, como foi dito anteriormente, na página interna, abaixo do título está grafado o ano de 1845. O segundo conto dessa coletânea é ”A rainha da neve”. O conto representa um dos textos mais nilísticos de H. C. Andersen. A mensagem principal é de que o homem deve viver o presente; o aqui e o agora. Enquanto o homem se sente inebriado por essa ideia, ele busca desfrutar todos os momentos possíveis. De repente tudo pode acabar. A árvore verde descobriu essa visão da vida tarde demais. A aventura reproduz uma típica véspera de Natal dinamarquesa na década de 1840. Isso mudou um pouco desde então.

A segunda noite

Escrito por: Hans Christian Andersen

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Síntese

Assim como H C Andersen também resolvi inovar trazendo a público, semanalmente, uma história até completar as 33. Para este trabalho nas redes sociais optei por um título: Pequenas pinturas, poucas palavras; muitas leituras. Somente para adiantar um pouquinho, as histórias contadas por H. C. Andersen foram criadas através das visitas que a lua, em noites de lua cheia, fazia ao escritor contando fatos, cenas que ela presenciava ao rodar pelo mundo.

Escrito por: Prof. Dra. Ana Maria Langkilde

A terceira noite

Escrito por: Hans Christian Andersen

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Síntese

Assim como H C Andersen também resolvi inovar trazendo a público, semanalmente, uma história até completar as 33. Para este trabalho nas redes sociais optei por um título: Pequenas pinturas, poucas palavras; muitas leituras. Somente para adiantar um pouquinho, as histórias contadas por H. C. Andersen foram criadas através das visitas que a lua, em noites de lua cheia, fazia ao escritor contando fatos, cenas que ela presenciava ao rodar pelo mundo.

Escrito por: Prof. Dra. Ana Maria Langkilde

A primeira noite

Escrito por: Hans Christian Andersen

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Síntese

Assim como H C Andersen também resolvi inovar trazendo a público, semanalmente, uma história até completar as 33. Para este trabalho nas redes sociais optei por um título: Pequenas pinturas, poucas palavras; muitas leituras. Somente para adiantar um pouquinho, as histórias contadas por H. C. Andersen foram criadas através das visitas que a lua, em noites de lua cheia, fazia ao escritor contando fatos, cenas que ela presenciava ao rodar pelo mundo.

Escrito por: Prof. Dra. Ana Maria Langkilde

A quarta noite

Escrito por: Hans Christian Andersen

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Síntese

Assim como H C Andersen também resolvi inovar trazendo a público, semanalmente, uma história até completar as 33. Para este trabalho nas redes sociais optei por um título: Pequenas pinturas, poucas palavras; muitas leituras. Somente para adiantar um pouquinho, as histórias contadas por H. C. Andersen foram criadas através das visitas que a lua, em noites de lua cheia, fazia ao escritor contando fatos, cenas que ela presenciava ao rodar pelo mundo.

Escrito por: Prof. Dra. Ana Maria Langkilde

A quinta noite

Escrito por: Hans Christian Andersen

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Síntese

Assim como H.C. Andersen também resolvi inovar trazendo a público, semanalmente, uma história até completar as 33. Para este trabalho nas redes sociais optei por um título: Pequenas pinturas, poucas palavras; muitas leituras. Somente para adiantar um pouquinho, as histórias contadas por H. C. Andersen foram criadas através das visitas que a lua, em noites de lua cheia, fazia ao escritor contando fatos, cenas que ela presenciava ao rodar pelo mundo.

Escrito por: Prof. Dra. Ana Maria Langkilde

A sexta noite

Escrito por: Hans Christian Andersen

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Síntese

Assim como H.C. Andersen também resolvi inovar trazendo a público, semanalmente, uma história até completar as 33. Para este trabalho nas redes sociais optei por um título: Pequenas pinturas, poucas palavras; muitas leituras. Somente para adiantar um pouquinho, as histórias contadas por H. C. Andersen foram criadas através das visitas que a lua, em noites de lua cheia, fazia ao escritor contando fatos, cenas que ela presenciava ao rodar pelo mundo.

Escrito por: Prof. Dra. Ana Maria Langkilde

A sétima noite

Escrito por: Hans Christian Andersen

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Síntese

Assim como H C Andersen também resolvi inovar trazendo a público, semanalmente, uma história até completar as 33. Para este trabalho nas redes sociais optei por um título: Pequenas pinturas, poucas palavras; muitas leituras. Somente para adiantar um pouquinho, as histórias contadas por H. C. Andersen foram criadas através das visitas que a lua, em noites de lua cheia, fazia ao escritor contando fatos, cenas que ela presenciava ao rodar pelo mundo.

Escrito por: Prof. Dra. Ana Maria Langkilde

A oitava noite

Escrito por: Hans Christian Andersen

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Síntese

Assim como H C Andersen também resolvi inovar trazendo a público, semanalmente, uma história até completar as 33. Para este trabalho nas redes sociais optei por um título: Pequenas pinturas, poucas palavras; muitas leituras. Somente para adiantar um pouquinho, as histórias contadas por H. C. Andersen foram criadas através das visitas que a lua, em noites de lua cheia, fazia ao escritor contando fatos, cenas que ela presenciava ao rodar pelo mundo.

Escrito por: Prof. Dra. Ana Maria Langkilde

A nona noite

Escrito por: por: Hans Christian Andersen

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Síntese

Assim como H C Andersen também resolvi inovar trazendo a público, semanalmente, uma história até completar as 33. Para este trabalho nas redes sociais optei por um título: Pequenas pinturas, poucas palavras; muitas leituras. Somente para adiantar um pouquinho, as histórias contadas por H. C. Andersen foram criadas através das visitas que a lua, em noites de lua cheia, fazia ao escritor contando fatos, cenas que ela presenciava ao rodar pelo mundo.

Escrito por: Prof. Dra. Ana Maria Langkilde

Décima Noite

Escrito por: Hans Christian Andersen

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Síntese

Assim como H C Andersen também resolvi inovar trazendo a público, semanalmente, uma história até completar as 33. Para este trabalho nas redes sociais optei por um título: Pequenas pinturas, poucas palavras; muitas leituras. Somente para adiantar um pouquinho, as histórias contadas por H. C. Andersen foram criadas através das visitas que a lua, em noites de lua cheia, fazia ao escritor contando fatos, cenas que ela presenciava ao rodar pelo mundo.

Escrito por: Prof. Dra. Ana Maria Langkilde

Décima primeira noite

Escrito por: Hans Christian Andersen

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Síntese

Assim como H C Andersen também resolvi inovar trazendo a público, semanalmente, uma história até completar as 33. Para este trabalho nas redes sociais optei por um título: Pequenas pinturas, poucas palavras; muitas leituras. Somente para adiantar um pouquinho, as histórias contadas por H. C. Andersen foram criadas através das visitas que a lua, em noites de lua cheia, fazia ao escritor contando fatos, cenas que ela presenciava ao rodar pelo mundo.

Escrito por: Prof. Dra. Ana Maria Langkilde

Décima segunda noite

Escrito por: Hans Christian Andersen

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Síntese

Assim como H C Andersen também resolvi inovar trazendo a público, semanalmente, uma história até completar as 33. Para este trabalho nas redes sociais optei por um título: Pequenas pinturas, poucas palavras; muitas leituras. Somente para adiantar um pouquinho, as histórias contadas por H. C. Andersen foram criadas através das visitas que a lua, em noites de lua cheia, fazia ao escritor contando fatos, cenas que ela presenciava ao rodar pelo mundo.

Escrito por: Prof. Dra. Ana Maria Langkilde

Décima terceira noite

Escrito por: Hans Christian Andersen

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Síntese

Assim como H C Andersen também resolvi inovar trazendo a público, semanalmente, uma história até completar as 33. Para este trabalho nas redes sociais optei por um título: Pequenas pinturas, poucas palavras; muitas leituras. Somente para adiantar um pouquinho, as histórias contadas por H. C. Andersen foram criadas através das visitas que a lua, em noites de lua cheia, fazia ao escritor contando fatos, cenas que ela presenciava ao rodar pelo mundo.

Escrito por: Prof. Dra. Ana Maria Langkilde

Décima quarta noite

Escrito por: Hans Christian Andersen

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Síntese

Assim como H C Andersen também resolvi inovar trazendo a público, semanalmente, uma história até completar as 33. Para este trabalho nas redes sociais optei por um título: Pequenas pinturas, poucas palavras; muitas leituras. Somente para adiantar um pouquinho, as histórias contadas por H. C. Andersen foram criadas através das visitas que a lua, em noites de lua cheia, fazia ao escritor contando fatos, cenas que ela presenciava ao rodar pelo mundo.

Escrito por: Prof. Dra. Ana Maria Langkilde

Décima quinta noite

Escrito por: Hans Christian Andersen

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Síntese

Assim como H C Andersen também resolvi inovar trazendo a público, semanalmente, uma história até completar as 33. Para este trabalho nas redes sociais optei por um título: Pequenas pinturas, poucas palavras; muitas leituras. Somente para adiantar um pouquinho, as histórias contadas por H. C. Andersen foram criadas através das visitas que a lua, em noites de lua cheia, fazia ao escritor contando fatos, cenas que ela presenciava ao rodar pelo mundo.

Escrito por: Prof. Dra. Ana Maria Langkilde

Décima sexta noite

Escrito por: Hans Christian Andersen

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Síntese

Mais uma vez os leitores estão diante de uma revelação de dois aspectos importantes da vida de Andersen: o primeiro diz respeito ao fato do autor demonstrar a luta social entre a aparência e a essência. Onde a segunda deve se sobrepor à primeira o que na verdade não ocorre. Essa a grande questão para Andersen, uma vez que ele mesmo enfrentava problemas por ser feio e disforme fisicamente. Seu andar era deselegante, seus pés enormes. As pessoas de sua época costumavam dizer que ele andava como um ogro. O segundo aspecto é sobre sua vida amorosa. Foi sempre um desastre. Ele amava e não era amado. Ele não era um homem para as mulheres que ele amou; era tão somente um irmão. Para elas, significava muito, para ele a dor da rejeição. Assim, entre muito personagens criados por ele, ele também poderia estar na pele de um polichinelo.

Escrito por: Prof. Dra. Ana Maria Langkilde

Décima sétima noite

Escrito por: Hans Christian Andersen

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Síntese

O que significa felicidade? A quem interessa a felicidade? Como as pessoas podem reagir diante da felicidade? Elas realmente se interessam pela felicidade do outro? O leitor poderá perguntar: Por que os cachorrinhos deveriam perceber a roupa nova? Os cachorrinhos perceberiam a roupa ou a felicidade? Qual sua opinião leitor?

Escrito por: Prof. Dra. Ana Maria Langkilde

Décima oitava noite

Escrito por: Hans Christian Andersen

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Síntese

A ideia principal nos leva para Veneza, a cidade das artes e dos grandes Mecenas. Uma cidade que perece por conta do mar. Há uma relação direta com a arte, com a criação, mas igualmente a deterioração dessa pelo tempo e pela memória. A própria Veneza, atualmente, sofre com os canais que a circundam.

Escrito por: Prof. Dra. Ana Maria Langkilde

Décima nona noite

Escrito por: Hans Christian Andersen

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Síntese

Caro leitor, é importante reconhecer a grandeza da arte e como o grande público a recebe e interpreta. Talvez você tenha pensado que o mesmo poderia ter acontecido com você. Mas você já pensou o que significa para um artista o ser rejeitado pelo público? Foi exatamente isso que a lua assistiu e comentou sobre essa noite. Você ainda pode pensar: ainda bem que não foi comigo.

Escrito por: Prof. Dra. Ana Maria Langkilde

Vigésima noite

Escrito por: Hans Christian Andersen

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Síntese

A lua vê nessa vigésima noite, uma vez mais, Roma. As ruínas que foram o centro do poder do Império Romano. Agora o cenário é outro; uma pobre menina bonita. Mas mesmo na pobreza, pode-se perceber a glória de um tempo perdido.

Escrito por: Prof. Dra. Ana Maria Langkilde

O Patinho Feio

Escrito por: Hans Christian Andersen

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Síntese

O conto “ O Patinho Feio” nada mais é que uma reflexão sobre quem somos. O patinho não se transforma em um cisne porque ele sempre foi um cisne, apenas não se reconhecia como tal. Essa é uma interpretação livre de Ana Maria Langkilde sobre o tema do conto. Leia você também este conto e compartilhe!

Escrito por: Prof. Dra. Ana Maria Langkild

O Valente Soldado de Chumbo

Escrito por: Hans Christian Andersen

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Síntese

Apesar de ter apenas uma perna ele fazia tudo o que seus outros companheiros podiam fazer. Era alegre e vivia feliz. Ele encontrou o amor, em uma bailarina. Ela podia dançar, rodopiar, ele não mas, eles se amavam. Um dia ele caiu no fogo da lareira e derreteu, porque era de chumbo, mas uma pequena parte de seu corpo ficou intacta, na forma de um coração. Essa é uma interpretação livre de Ana Maria Langkilde sobre o tema do conto. Leia você também este conto e compartilhe!

Escrito por: Prof. Dra. Ana Maria Langkilde

Os Sapatos Vermelhos - De Røde Skoe

Escrito por: Hans Christian Andersen

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Síntese

Quando a mãe de Karen faleceu, ela foi adotada por uma senhora muito rica que cuidou dela como se fosse sua verdadeira filha. Fazia-lhe todos os gostos e vontades. Karen tornou-se uma menina mimada e vaidosa. Tudo que ela pedia para sua mãe, era-lhe concedido. Assim Karen queria substituir seus velhos sapatos vermelhos, por novos dignos de uma princesa. Assim foi feito. Karen ficou muito feliz. O que aconteceu dai para frente vocês saberão lendo o conto. Essa é uma interpretação livre de Ana Maria Langkilde sobre o tema do conto. Leia você também este conto e compartilhe!

Escrito por: Prof. Dra. Ana Maria Langkild

A Pequena Sereia

Escrito por: Hans Christian Andersen

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Síntese

O tema novamente é o amor. O amor puro, desinteressado. Um amor feito para doar, sem egoísmos. Quem ama se doa e quer fazer o sujeito de seu amor feliz, mesmo às custas de seu sofrimento. Essa é uma interpretação livre de Ana Maria Langkilde sobre o tema do conto. Leia você também este conto e compartilhe!

Escrito por: Prof. Dra. Ana Maria Langkilde

Quem era
Hans Christian Andersen?

"Minha vida é um lindo conto de fadas, rica e maravilhosamente feliz."
O escritor dinamarquês Hans Christian Andersen nasceu no dia 2 de abril de 1805 em Odense na Dinamarca. Como o próprio Andersen afirmava, sua vida era um conto de fadas e muitos dos acontecimentos que vivenciou marcaram sua vida e sua obra. Aqui você vai conhecer um pouco da vida e obra deste fantástico autor.

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